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Cláudia Raia é coroada Musa Gay no Rio
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Cláudia Raia, 40 anos, foi coroada Musa Gay 2007 neste domingo, em Copacabana, Rio de Janeiro. Ela recebeu a coroa das mãos da travesti Jane de Castro.
A atriz chegou ao evento acompanhada da irmã, Olenka. Ao subir ao palco, foi ovacionada pelo público na cerimônia realizada na Sala Baden Powell.
Durante o Miss Brasil Gay 2007, em setembro, a atriz disse que era "a única bicha que já nasceu pronta, operada".
Alma, Sexo e Glamour
Encontre a sua companhia / Bondage / Faça AmigosChristina Aguilera nunca se coibiu de provocar. Ao longo da maior parte da sua carreira, e especialmente com o seu famoso videoclipe Dirrty, procurou usar o sexo como um aríete irónico para pontuar e promover a sua música. Dotada, porém, de uma voz celestial (ou diabólica), mostrou que tem mais para dar que vácuos devaneios pop. No seu último CD, Back to Basics, Aguilera abandona a sua personagem Xtina/Grande Meretriz e converte-se numa vampe loura platinada ao estilo de Jean Harlow, armada de um som soul revivalista mas, ao mesmo tempo, surpreendentemente novo.
“É desta música que eu gostava em criança”, nota Aguilera. “Há nela muita emoção e vulnerabilidade, e também muita dor, sentimentos com que me identificava quando era uma rapariguinha com um ambiente familiar violento. Ouvia aquelas canções vezes sem conta, para me abstrair da destrutividade que existia na minha casa. Eram a minha fuga, e por isso sempre me senti profundamente ligada a esse tipo de música.”
Ao render homenagem a Billie Holliday, Aretha Franklin e várias influências da soul e do jazz dos anos 20, 30 e 40, Aguilera corre o risco de desagradar à maioria dos seus fãs, na faixa da adolescência, e de provocar a hostilidade dos críticos por estar fora da sua coutada ao interpretar clássicos do passado. Mas a antiga garota do Clube Disney mostra que é uma mulher de armas quando se trata de utilizar todos os recursos da sua voz. Além disso, é refrescante ver uma diva da pop abandonar o território que lhe é familiar para dar um abanão no seu destino artístico.
A revolução musical de Aguilera ocorreu no contexto do seu casamento, há ano e meio, com o produtor discográfico Jordan Bratman. Na entrevista que se segue, a cantora reflecte sobre a sua recente metamorfose musical e pessoal.
É notável a sua transformação em Back to Basics. Gosta de reformular a sua imagem e a sua música?
Para mim, é importante explorar diferentes rumos musicais e artísticos. Não é apenas um estratagema ou uma manobra publicitária, porque não é uma estratégia prudente, longe disso. Gosto de pensar que estou a correr alguns riscos artísticos ao apresentar este tipo de música, porque sei que não é isso que as pessoas esperavam de mim. Mas acho que é uma atitude saudável.
E o visual Jean Harlow/anos 40?
Quis mudar a minha aparência de modo a que ela reflectisse o que estava a sentir em termos da música que me interessava fazer. No meu caso, entrar no espírito da música ajuda-me a aproximar-me do espírito dos tempos e dos artistas de uma época. O bâton vermelho, o penteado e o visual fazem parte da minha integração na vida e na música desse tempo. Tal como um actor, entro numa personagem e quero viver na sua pele.
Foi-lhe difícil “vender” um álbum assim à sua editora?
Há alguns anos mudei de produtor. Adquiri um controlo muito maior sobre a música que faço e estava determinada a gravar um álbum deste género. Acho que já atingi um nível de êxito que, de alguma forma, me dá o direito de mudar de rumo e não me limitar a fazer outro CD parecido com o Stripped ou o que quer que o público estivesse à espera ou fosse comercialmente mais rentável. Adoro esta música e penso que haverá muita gente interessada em me ouvir num registo diferente, com tanta alma, emoção e sentimento.
Acha que um CD deste tipo amainará um pouco a tempestade e a controvérsia que o seu álbum Stripped e o videoclipe Dirrty provocaram?
Não sei, acho que não tem nada a ver uma coisa com a outra. O álbum Stripped reflecte o meu lado sexual, que eu não tenho receio de expressar. Penso que as mulheres deviam abraçar a sua sexualidade, porque é uma parte fundamental da natureza humana e não deve ser reprimida. Não se deve esperar das mulheres que obedeçam a quaisquer normas ou modelos de bom comportamento ou decência. Quem é que os define? As mulheres devem poder traçar os seus próprios limites.
Tem necessidade de provocar?
Gosto de ser capaz de ultrapassar barreiras, de ser ousada, de não me retrair. É a vantagem de ser cantora: posso libertar toda a energia que está dentro de mim e utilizar a minha música e a minha presença física para me definir e expressar emoções profundas. Não tive uma infância e uma adolescência fáceis – e com isto não estou a pedir às pessoas que sintam pena de mim ou coisa do género –, e este álbum exprime muitas das sensações que retenho dessa época da minha vida. Acho que é saudável falar destas coisas. A minha música tem uma vertente catártica.
É importante para si poder abrir-se ao público tal como faz neste álbum?
A tristeza é uma emoção que toda a gente pode partilhar e compreender, e espero que as pessoas encontrem algo nas minhas canções que as toque. É sempre bom saber que não estamos sós no mundo, que não somos os únicos a passar por momentos difíceis ou a não sentir a felicidade que desejamos.
Nunca teve medo de se vestir de forma bastante ousada ou de falar abertamente sobre sexo...
Adoro roupas sexy. Por que não haveria de gostar? É divertido sair por aí a pavonear os nossos dotes. É claro que podia ser mais discreta, recatada e reservada, mas não seria eu própria. Sinto-me bem com a minha sexualidade e com o meu corpo e acho que é uma atitude mais sadia do que sentir-me embaraçada em relação a questões que tenham a ver com o sexo ou ter vergonha de ser expressiva.
Mencionou um ambiente familiar hostil. [O pai de Aguilera, Fausto, batia na mãe até que esta o deixou, quando a cantora tinha sete anos]. Back to Basics foi uma forma de lidar com essa etapa do seu crescimento?
As letras e o que senti quando estava a cantar estas canções tiveram muito a ver com isso. A música tem o dom de evocar memórias e sentimentos quando a escutamos, e é isso que me acontece quando escrevo ou canto. É uma emoção avassaladora.
Uma das canções de Basics, Save Me From Myself, é dedicada ao seu marido, Jordan Bratman. Que efeito teve a presença dele na sua vida?
Quando se tem um pai violento, uma série de modelos masculinos muito negativos na nossa vida e se conheceu tipos pouco recomendáveis que tentaram manipular-nos, precisamos de alguém que possa modificar rapidamente essa percepção e salvar-nos das nossas piores tendências e atitudes. Jordan é o meu protector, o meu herói; afastou-me de todas aquelas paragens sombrias em que a minha mente costumava internar-se. Perdi muito tempo à procura de uma figura paternal nos homens errados, e Jordan é o primeiro homem na minha vida que realmente me amou e me tratou com respeito, como mulher e como pessoa. É muito importante para mim.
Como vê o seu casamento?
É uma coisa muito bonita. Tem sido uma revelação ter este homem forte e carinhoso na minha vida. Sei que ele está sempre disposto a apoiar-me e a defender-me. Embora possa não parecer, às vezes sinto-me frágil e vulnerável, e Jordan faz-me sentir muito mais segura.
Preocupa-a que a fama possa afectar o seu casamento, ou a possibilidade de poderem discordar quanto ao seu rumo artístico?
Jordan tem uma coisa excelente: não me quer moldar, quer deixar-me ser quem sou e seguir o meu instinto. É um homem muito calmo, muito sereno. Aconselha-me, mas de uma forma construtiva. Não há palavras para exprimir como é importante ter esta presença terna e reconfortante na minha vida. Esperei muito tempo para encontrar estas qualidades num homem.
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A sedução no palco
Encontre a sua companhia / Bondage / Faça AmigosEmbora planeasse ter mais tempo livre, 2006 foi um ano recorde para Cate Blanchett no que se refere ao volume de trabalho. Logo a seguir a filmar Babel, com Brad Pitt, no deserto marroquino, iniciou a rodagem de O Bom Alemão (ao lado de George Clooney), em Los Angeles. Daí voou para Londres, para filmar The Golden Age (com Clive Owen), seguindo para Montreal, onde rodou I'm Not There, e daí novamente para o seu país natal, a Austrália, onde anunciou que aceitara o convite para assumir a co-direcção (com o marido, o argumentista Andrew Upton) da Companhia de Teatro de Sydney a partir de Janeiro de 2008.
Em O Bom Alemão, interpreta uma alemã procurada pelo ex-amante, um jornalista americano (Clooney). Este acaba por se ver envolvido numa emaranhada teia de mortes, contrabando e espionagem. Realizado por Steven Soderbergh, que co-produziu vários filmes com Clooney, o filme reintroduz alguns dos conceitos estilísticos e dramáticos dos filmes
negros das décadas de 40 e 50.
Poderemos também ver Blanchett num tipo de drama muito diferente, contracenando com Dame Judi Dench em Diário de um Escândalo, em que encarna uma professora londrina que tem um caso com um aluno de 15 anos e é chantageada pela solteirona, possessiva e despeitada Dench. O filme irá provavelmente provocar controvérsia de ambos os lados do Atlântico e confirmar a crescente suspeita de que Blanchett é, actualmente, a mais destacada actriz do planeta.
Juntamente com o marido, Cate Blanchett, de 37 anos, divide o seu tempo entre Londres e Sydney, ao mesmo tempo que cria os dois filhos do casal, Dashiell John, de cinco anos, e Roman, com dois.
Sendo casada e mãe de dois filhos pequenos, o facto de ter trabalhado tanto no ano passado representou uma grande pressão para a sua vida familiar?
O trabalho stressa-me muito mais que os meus filhos. Adoro o tempo que passo a cuidar deles e a brincar… Os meus filhos são o meu oásis. Representar é sempre um processo que me mexe muito com os nervos. Isto faz parte da minha natureza, porque me faz chegar aonde eu preciso, como actriz. Como mãe, porém, descobri que quanto mais coisas me proponho fazer, mais coisas faço. Há quem tenha medo de ter filhos por temer que isso transtorne completamente a sua vida. Mas eu não tenho medo da mudança. Além disso, tenho a sorte enorme de ter um marido que me apoia muitíssimo e cuja profissão lhe permite ficar em casa quando eu estou fora.
Fascinante Cate Blanchett, que tem no Teatro a sua grande paixão, vai poder, em 2007, regressar às suas raízes profissionais e deixar para trás Hollywood.
A direcção da Companhia de Teatro de Sydney vai permitir-lhe um certo abrandamento?
Espero bem que sim! (Ri) Acho que me vou sentir menos ansiosa ao fazer as malas para ir passar três meses na Europa ou em Los Angeles se tiver a perspectiva de voltar a um lugar que me é familiar. Penso que a maioria dos australianos têm uma ligação profunda à sua terra e esse sentimento nunca os abandona. Vai ser óptimo poder voltar e sentir-me novamente envolvida na comunidade artística local. Além disso, quero que os meus filhos sintam o ritmo de vida de Sydney e conheçam esse mundo tal como eu me habituei a conhecê-lo.
Acha que este cargo vai mudar a sua vida?
É um novo desafio. A minha vida foi sempre assim: de vez em quando, leva um abanão. Nunca esperei ter a carreira que se me abriu desde que fiz Elizabeth. Tem sido tudo fantástico e penso que isso explica porque é que eu tenho mantido este curso, porque, de certa forma, sei que te-nho sido muito afortunada e não quis recuar, apesar do meu medo de encarnar constantemente novas personagens e de não atingir um nível de desempenho que me satisfaça.
Vai participar como actriz nas peças de teatro que a sua companhia vai encenar?
Depende do projecto. Mas a experiência de fazer Hedda Gabler (em 2003) foi tão positiva que quero mesmo estar envolvida na maior parte das produções que iremos levar à cena. Trata-se de um compromisso muito sério, e tanto eu como o Andrew estamos empenhadíssimos nele.
Isso significa que vai pôr um ponto final na sua carreira em Hollywood?
Não totalmente. Vamos ter três meses por ano para nos dedicarmos a outros projectos e isso permite-me continuar a fazer filmes. Por outro lado, tenho trabalhado tanto ultimamente – e 2007 parece ir pelo mesmo caminho – que esta mudança de ritmo virá mesmo a calhar. O teatro sempre foi a minha grande paixão, e vou ter a oportunidade de regressar às minhas raízes profissionais.
Falemos de O Bom Alemão. Toda a gente quer saber o que achou de George Clooney...
É de um encanto extraordinário e apoiou-me muito. Deve ter pensado que eu estava muito ansiosa em relação à minha personagem e sorria-me, o que me fazia descontrair um pouco. Além disso, tive a oportunidade de trabalhar com um grande homem, o realizador Steven Soderbergh.
Conviveu com George Clooney nos tempos livres?
Normalmente, sou bastante solitária quando estou a trabalhar. Tenho dificuldade em estabelecer relações muito próximas com os outros elementos da equipa. Tenho de ficar dentro do meu pequeno mundo e isso não deixa muito espaço para conhecer melhor as pessoas quando acabamos de filmar e regressamos ao hotel.
A sua carreira não tem sido típica das estrelas de Hollywood. Porque é que tem recusado ofertas de grandes estúdios em favor de papéis mais pequenos?
Acima de tudo, adoro representar e não sinto necessidade de ser a estrela em todos os filmes nem de aceitar papéis que forçosamente dirigirão as atenções sobre mim. Quando fiz de Katharine Hepburn em O Aviador, sabia que podiam criticar-me por não conseguir imitar bem o sotaque dela e exagerar na interpretação. Ora aí é que bate o ponto! (Ri) Nós queremos correr o risco de ser humilhados porque ficamos muito mais satisfeitos com o nosso trabalho se acabarmos por fazê-lo bem. É esse o princípio de repulsão-atracção que está aqui em jogo. Foi como quando aceitei um papel secundário em O Talentoso Sr. Ripley. Fi-lo porque a personagem tinha uma vulnerabilidade singular com que me identifiquei bastante.
“Adoro representar e não sinto necessidade de ser a estrela
em todos os filmes.”
Como é quando não está a trabalhar?
(Ri) Muito mais desorganizada… Depois dos 30 permiti-me a mim própria ser mais descontraída e não me preocupar tanto. Vive-se muito melhor assim.
Como é que a Cate e o seu marido conseguem conciliar a vossa vida familiar com tantas solicitações profissionais?
Nem sempre é fácil, mas o Andrew é um homem tão bom e tão forte que não me deixa sentir demasiado pressionada ou atormentada quando tenho tendência para me enervar ou para me sentir ansiosa. Ele tem sido a grande força pacificadora da minha vida e fez de mim uma mulher muito mais feliz. Acho que ter tido os meus filhos também alterou radicalmente a minha mentalidade egoísta, típica dos actores. Antes do nascimento deles vivia muito mais para o trabalho porque tinha tendência para achar que o mundo girava à minha volta e dependia dos papéis que eu aceitasse. Isso torna-se a nossa vida, por assim dizer. Mas o casamento e a maternidade forçam-nos a abandonar essa perspectiva obsessiva. Passa a existir um outro universo que ocupa as nossas energias, muito mais gratificante do ponto de vista emocional. Esse universo alimenta-me. A representação esgota-me.
É uma mulher mais fraca ou mais forte do que a imagem que os seus papéis projectam para o público?
O único sítio em que me sinto totalmente segura e em paz é em casa, com a minha família. Adoro essa sensação.
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Christina Aguilera defende Britney Spears
Encontre a sua companhia / Bondage / Faça AmigosChristina Aguilera defendeu Britney Spears e assegurou que a artista é uma excelente mãe para seus filhos, Sean Preston e Jayden James, apesar dos comentários da imprensa americana.
Aguilera, que está grávida de seu primeiro filho com seu marido Jordan Bratman, comentou que a artista sempre esteve forte sob a pressão da mídia:
"Britney é uma boa pessoa e uma boa mãe. Ela tem estado sob muita pressão desde sua infância. Eu não acho que qualquer um possa julgá-la e fazer conclusões precipitadas a seu respeito. Ela realmente ama seus filhos", disse Christina.
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Etiquetas: Britney Spears, Christina Aguilera
Juliana Silveira flagrada com prostituto (golpe)
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Mais uma notícia escandalosa foi dada a conhecer recentemente: Juliana Silveira terá contratado serviços sexuais dum prostituto em São Paulo no intervalo do seu trabalho. O alegado prostituto prestaria serviços, em troca de elevadas quantias financeiras, a mulheres da alta roda, entre elas atrizes, cantoras e mulheres de milionários.
Entretanto estas notícias vieram a comprovar-se falsas e a foto que foi tirada não tem relacionamento entre Juliana Silveira e o cara que aparece, o qual, pelo que se sabe, nem tão pouco é prostituto!
Mais um caso que apenas pretende agitar os media!
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Fotos picantes de Beyonce










Etiquetas: Beyonce, cantora, celebrities, famosas mundiais
Mafalda Teixeira - Biografia recente e fotos
Mafalda Teixeira tem 25 anos e já é uma famosa actriz Portuguesa. Bela, sensual e sexy Mafalda Teixeira é mais uma das actrizes que se celebrizou na série “Morangos com Açúcar” da TVI.
Mafalda Teixeira faz o papel de Patrícia na telenovela “Morangos com Açúcar” mas também já fez outros trabalhos nomeadamente de fotografia onde posou para a Revista J e mais recentemente para a revista Maxmen.
Mafalda Teixeira fez um cirurgia para aumentar o peito algo que afirmou ter sido exclusivamente por razões estéticas, e nós achamos ter sido uma aposta ganha.
Confira as fotos: Find your Girlfriend / Bondage / Make Friends










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Mariana Monteiro - Biografia recente e fotos
Mariana Monteiro nasceu a 18 de Dezembro do ano 1988, tem 18 anos e é uma famosa actriz Portuguesa.
Mariana Monteiro lançou a sua carreira através da celebre telenovela “Morangos com Açucar” onde desempenhou o papel de Bia, no mês de Maio posou para a celebre Revista FHM onde foi capa desse mês. Também já fez vários spots publicitários para várias marcas
Actualmente Mariana Monteiro faz parte do elenco da novela da TVI “Doce Fugitiva” onde faz o papel da menina radical, personagem com o nome Mafalda de Noronha.
Confira as fotos desta gatinha lusa: Find your Girlfriend / Bondage / Make Friends










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Maria João Bastos é uma mulher segura
À saída do cinema, depois de ver Um Coração Poderoso, alguém comentava: “O filme é bom, mas nunca te esqueces que estás a olhar para a Angelina Jolie.” Maria João Bastos ainda não viu o filme, e nem se compara com uma das actrizes mais populares do mundo, mas sabe que, no universo que frequenta, não quer que as pessoas tenham esta imagem dela quando a vêem numa novela, no cinema ou numa peça de teatro. “É claro que toda a gente sabe quem eu sou, quem é a Maria João Bastos. Mas quanto menos souberem sobre a mi-nha vida pessoal, mais irão acreditar nas personagens que represento. Não é interessante, para a minha carreira, estar a expor a minha vida pessoal. Se não, quando as pessoas estiverem a ver-me, vão estar a ver a Maria João que casou com não sei quem, que tem dois filhos, que lindos que eles são, a casa dela é óptima, não é? Quanto menos mostrarmos de nós, mais poderemos ser credíveis.”A meio da conversa, com o rio Tejo ao fundo, já não havia formalismos. Depressa se percebe que ali está uma pessoa afável, divertida, de bem com a vida. Para isso contribui o facto de a vida ter sido boa com ela. Mas o que poderia parecer apenas sorte – como o contacto do agente da Elite que a descobriu numa esplanada e a levou para o mundo da moda – depressa se transforma em algo mais sólido.
“Nunca tomei uma decisão do género ‘quero ser actriz’, nem nunca tive uma conversa profunda com os meus pais sobre isso. Foi algo que esteve sempre dentro de mim, sempre foi claro para todos que era algo que eu ia perseguir.” A “revelação” surgiu por volta dos três anos. Maria João assistia com os pais ao teatrinho de fim de ano da escola da irmã mais velha. “Quando ela entrou, achei que eu é que devia estar lá em cima e por isso desatei a correr pela sala, subi ao palco, agarrei num microfone e comecei a cantar o Sobe, Sobe, Balão Sobe! Desatou-se tudo a rir. Lembramo-nos sempre desta história e eu tenho uma imagem desse dia”, conta.
Parece haver qualquer coisa entre Maria João e as esplanadas. “Um dia, ainda andava na faculdade, estava num café e fui abordada por uma pessoa que me perguntou se eu queria ser modelo da Elite. Nunca tal me ti-nha passado pela cabeça, até porque na altura as modelos eram muito altas, com grandes peitos, mulheres robustas. E eu não era nada disso, por isso aquilo não fazia grande sentido para mim.” Passou dias sem ligar, até que começou a pensar que a moda poderia ser um caminho para chegar à televisão. Afinal estava em Lisboa há um ano e não tinha conseguido um único contacto.
“Fui para a agência e surpreendentemente apaixonei-me pelo mundo da moda. Vivi momentos fantásticos. E descobri depois que não estava errada quanto à minha opção.” Passado pouco tempo, Maria João fez um casting para a produtora NBP, que na altura ia produzir Os Lobos, uma série televisiva.
Maria João foi escolhida para uma personagem, mas disse que não. “O Virgílio Castelo diz-me que eu vou interpretar uma personagem que é lésbica e que vou contracenar com a Fernanda Serrano. E acrescenta que eu teria de fazer cenas de nu. Fiquei entre a espada e a parede. Não tenho nada contra os nus, mas como era modelo, tinha receio de que se o meu primeiro papel fosse a mostrar o corpo, poderia ficar catalogada como alguém que tinha tido uma oportunidade porque era apenas modelo e tinha de mostrar o corpo. Foi isto que lhe expliquei, a medo. É que, para mim, era uma coisa tão séria ser actriz que não queria começar por aí.”
Saiu da NBP a pensar que esta poderia ter sido a sua última oportunidade, mas segura de que tinha feito o que a consciência lhe dizia.
“Não me iria violentar a fazer uma coisa que não queria e da qual me poderia vir a arrepender”, assegura. Soube, mais tarde, após um novo telefonema de Virgílio Castelo, que não tinha de arrepender-se de nada. Ele tinha percebido e até admirado a atitude dela e aí estava a convidá-la para o primeiro papel em televisão, na série Todo o Tempo do Mundo. Os dados estavam lançados e não mais parariam de rolar.
Sob chuva, Miss Brasil samba na Marquês da Sapucaí
A rainha de bateria da Mocidade, Tatiana Pagung, também encantou a passarela. A parte ruim da festa foi o som da avenida, que apresentou muitas falhas e chegou a parar completamente no meio da apresentação da azul-e-branco.
Boa estréia de Natália
Pisando pela primeira vez no palco principal do desfile, Natália ficou um pouco intimidada quando viu a multidão à sua volta e contou que estava nervosa.
A miss se disse emocionada ao ver que os ritmistas usavam uma camiseta com o rosto dela estampado. "Não sabia. Foi uma surpresa para mim", falou. Ela também foi surpreendida pela chuva, mas preferiu continuar de sandália e enfrentou a água. "Se chover no dia do desfile vou estar preparada. Sou à prova d'água", brincou.
Usando um vestido azul-e-turquesa com decote em v, Natália saudou o público, mas não levantou as arquibancadas. "Quero sentir essa energia de novo, muitas vezes", empolgou-se. "Estou aprendendo a sambar com uma passista da escola. Todo dia treino um pouquinho. E estou malhando muito. Em fevereiro, no dia do desfile, vai ser uma mineirinha dando uma de carioca e se divertindo muito", anunciou.
Som falha, mas harmonia dá show
A exibição da Vila ia muito bem quando o som da Avenida parou completamente no momento em que a bateria passava pelo setor 5. Resultado: os componentes tiveram que passar a cantar o triplo do que estavam cantando para o samba não atravessar. E conseguiram. Comandados por Ricardo Fernandes (diretor de carnaval) e Décio (diretor de harmonia), os demais diretores conseguiram manter a unidade do canto e deram um verdadeiro show de competência.
Por causa disso, a bateria preferiu não parar no segundo box. O vice-presidente da Vila e um dos autores do samba, Evandro Bocão, comentou o fato. "Isso aqui é Vila Isabel. É raça. Vamos provar que nosso samba é bom e que pode chegar longe", disse. Usando pompons nas mãos, os componentes se mostraram alegres e bem descontraídos.
No início do desfile, a escola trouxe um tripé de 2,5m com o logotipo do enredo Trabalhadores do Brasil em neon. À frente dele, um grupo de figurantes representava as várias facetas do tema, como a escravidão, os agricultores e os profissionais liberais. Em seguida, veio a comissão de frente oficial. Coreografada por Marcelo Missailidis, ela optou por fazer movimentos simples, guardando as surpresas para o dia do desfile.
O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Julinho e Rute, bailou na Avenida mesmo com condições adversas. O chão molhado e vento não tiraram o brilho da bela exibição da dupla, que, sem dúvida, é forte candidata às notas máximas em 2008. Rute já é consagrada, mas Julinho ainda procura alcançar o merecido reconhecimento. O casal vem ensaiando desde abril.
Samba-enredo passa no primeiro teste
Resultado de uma fusão de duas obras, o samba-enredo da Vila não está na lista dos melhores da safra e até bem pouco era encarado com certa restrição.
O ensaio deste domingo, no entanto, serviu para exorcizar qualquer má impressão. Simplesmente o samba se tornou agradável e vai embalar muito bem a caminhada da azul-e-branco na Avenida. A bateria de Mestre Mug apresentou paradinhas ousadas e relativamente longas em alguns momentos. Se bem execuadas no dia do desfile podem ter efeito surpreendente.
Para o diretor de carnaval da Vila, Ricardo Fernandes, a escola fez um grande ensaio. "Conseguimos com que o samba não atravessasse. Quero parabenizar a todos da harmonia e aos componentes que demostraram muita garra e energia. No próximo ensaio teremos a obrigação de nos superar", avaliou.
Mocidade abriu a noite
Antes da Vila, quem deixou a pista mais charmosa foi Tatiana Pagung, rainha de bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel. A escola foi a primeira a entrar, com atraso de uma hora no ensaio, marcado para as 19h. Todas as alas estavam identificadas com camisas do enredo de 2008. Diferente de 2007, a escola se mostrou bem mais organizada e com a presença efetiva de diretores de harmonia.
Entre os integrantes, a animação era grande, mas, contrariando o pedido do refrão, Deixa o meu samba te levar, o público não se empolgou com o samba O Quinto Império: De Portugal ao Brasil, uma Utopia na História.
O carnavalesco da escola é Cid Carvalho. Ao optar em trazer o casal de mestre-sala e porta-bandeira e ala de baianas no início do desfile, a Mocidade pode ter problemas para furar a frieza das arquibancadas.
Em sua estréia à frente da comissão de frente da verde-e-branco, Fábio de Mello, preferiu guardar as surpresas. O grupo passou fazendo movimentos simples, mas bem sincronizados. O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Rogerinho e Marcella Alves, sofreu com o vento, mas conseguiu mostrar entrosamento e beleza. Logo em seguida veio a ala das baianas. Nela, pôde-se notar um espécie de corda que marcava o espaço para um tripé.
Samba-enredo tem poucos momentos de explosão
O samba da Mocidade tem uma bela melodia, mas durante o ensaio deste domingo, a obra mostrou que será sustentada basicamente pela força do refrão principal.
Bruno Ribas imprimiu um andamento mais acelerado, que parece ser o ideal para o desfile. A bateria de Mestre Jonas apresentou diversas paradinhas e algumas coreografias entre os naipes iniciais. Depois das duas apresentações, o público assistiu aos shows dos sambistas Dicró e Marquinhos Satã.
Etiquetas: carnaval, famosas brasileiras, Miss Brasil, samba
